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    <title>Conviso: Nosso Blog</title>
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    <updated>2008-08-26T14:20:38Z</updated>
    <subtitle>As atividades da Conviso Information Security Technical Services publicadas para a comunidade de Segurança da Informação.</subtitle>
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    <title>Conviso IT Security na Hackers to Hackers Conference (H2HC) 2008</title>
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    <published>2008-08-26T14:19:53Z</published>
    <updated>2008-08-26T14:20:38Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[S&atilde;o Paulo, 25 de agosto de 2008: A Conviso IT Security anuncia que ir&aacute; participar do evento Hackers to Hackers Conference (H2HC) 2008, apresentando a palestra &ldquo;Extreme Web Hacking&rdquo;, que ser&aacute; ministrada pelo nosso Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento, Wagner...]]></summary>
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        <![CDATA[<p align="justify"><strong>S&atilde;o Paulo, 25 de agosto de 2008:</strong> A Conviso IT Security anuncia que ir&aacute; participar do evento Hackers to Hackers Conference (H2HC) 2008, apresentando a palestra &ldquo;Extreme Web Hacking&rdquo;, que ser&aacute; ministrada pelo nosso Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento, Wagner Elias, que &eacute; respons&aacute;vel pela cria&ccedil;&atilde;o do cap&iacute;tulo Brasil do OWASP (Open Web Application Security Project) e atual diretor de eventos da ISSA Brasil (Information System Security Association).<br />A palestra ir&aacute; abordar t&eacute;cnicas de explora&ccedil;&atilde;o em Aplica&ccedil;&otilde;es Web, onde ser&atilde;o apresentados testes que v&atilde;o al&eacute;m de vulnerabilidades como SQL Injection e XSS (Cross Site Scripting), e englobam recursos como AJAX (Asynchronous Javascript And XML), JSON (JavaScript Object Notation) e XML-RPC (XML Remote Procedure Calling).</p><p align="justify"><strong>Sobre o H2HC 2008<br /></strong>Hackers To Hackers Conference (H2HC) &eacute; uma confer&ecirc;ncia organizada por pessoas que trabalham ou que est&atilde;o diretamente envolvidas com pesquisas e desenvolvimento na &aacute;rea de seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o, cujo principal objetivo &eacute; permitir a dissemina&ccedil;&atilde;o, discuss&atilde;o e a troca de conhecimento sobre seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o entre os participantes e tamb&eacute;m entre as empresas envolvidas no evento. O site do evento pode ser acessado em <a href="http://www.h2hc.org.br/">http://www.h2hc.org.br</a>. </p><p align="justify"><strong>Sobre a Conviso IT Security</strong><br />O fundamental papel que a tecnologia assumiu em nossa sociedade gera novos desafios para os profissionais que buscam manter a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados e informa&ccedil;&otilde;es dentro de n&iacute;veis aceit&aacute;veis. A Conviso IT Security tem como objetivo contribuir neste cen&aacute;rio, atuando como fornecedora de servi&ccedil;os de an&aacute;lise de vulnerabilidades e adequa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a para os componentes da infra-estrutura de TI.<br /></p>]]>
        
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    <title>Conviso no Flickr</title>
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    <published>2008-08-15T12:57:46Z</published>
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    <summary><![CDATA[&nbsp;&nbsp; &nbsp;O Flickr &eacute; um dos mais populares sistemas de publica&ccedil;&atilde;o e compartilhamento de fotos da Internet. Agora estamos l&aacute;, onde iremos mostrar imagens curiosas e interessantes dos lugares onde desenvolvemos nossas atividades, e cidades pelo Brasil e mundo onde...]]></summary>
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        <![CDATA[<p>&nbsp;</p><div style="text-align: center"><img height="180" src="http://farm4.static.flickr.com/3068/2744173436_f85b932bc9_m.jpg" width="240" border="0" /></div>&nbsp; <p>&nbsp;</p><p>O Flickr &eacute; um dos mais populares sistemas de publica&ccedil;&atilde;o e compartilhamento de fotos da Internet. Agora estamos l&aacute;, onde iremos mostrar imagens curiosas e interessantes dos lugares onde desenvolvemos nossas atividades, e cidades pelo Brasil e mundo onde nossos projetos s&atilde;o conduzidos. D&ecirc; uma olhada em <a href="http://www.flickr.com/photos/conviso_it_security/">http://www.flickr.com/photos/conviso_it_security/</a>.</p>]]>
        
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    <title>Falando de PCI DSS</title>
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    <published>2008-08-09T02:27:26Z</published>
    <updated>2008-08-09T02:27:45Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[Publicamos um novo white paper em nosso site, onde descrevemos o que &eacute; o PCI DSS, como as empresas podem se adequar a este padr&atilde;o e porque ele &eacute; muito mais do que um Snake Oil. Saiba mais lendo o...]]></summary>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://convisosec.com/blog/">
        <![CDATA[Publicamos um novo white paper em nosso site, onde descrevemos o que &eacute; o PCI DSS, como as empresas podem se adequar a este padr&atilde;o e porque ele &eacute; muito mais do que um Snake Oil. Saiba mais lendo o <a href="http://convisosec.com/yahoo_site_admin/assets/docs/Entendendo_o_PCI.220192110.pdf" target="_blank">pdf que disponibilizamos</a>.]]>
        
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    <title>A economia da vulnerabilidade e o exemplo de alguns</title>
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    <published>2008-08-02T12:45:05Z</published>
    <updated>2008-08-02T12:45:21Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[Durante esta semana uma mat&eacute;ria foi publicada no portal O Globo, onde &eacute; discutida a redu&ccedil;&atilde;o da quantidade de vulnerabilidades publicadas. De acordo com a mat&eacute;ria,&nbsp;ao inv&eacute;s de expor suas descobertas de vulnerabilidades em confer&ecirc;ncias, muitos pesquisadores est&atilde;o optando por...]]></summary>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://convisosec.com/blog/">
        <![CDATA[<p>Durante esta semana uma mat&eacute;ria foi publicada no portal O Globo, onde &eacute; discutida a redu&ccedil;&atilde;o da quantidade de vulnerabilidades publicadas. De acordo com a mat&eacute;ria,&nbsp;ao inv&eacute;s de expor suas descobertas de vulnerabilidades em confer&ecirc;ncias, muitos pesquisadores est&atilde;o optando por vend&ecirc;-las, atingindo valores de at&eacute; US$ 250 mil em alguns casos. Entre cr&iacute;ticas de alguns e justificativas de outros, <a href="http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2008/07/28/a_economia_da_vulnerabilidade-547443731.asp" target="_blank">vale uma boa leitura e reflex&atilde;o</a>.</p><p>Enquanto isso, empresas de renome continuam indo na contram&atilde;o desta tend&ecirc;ncia e compartilhando suas descobertas. A Fortify mant&eacute;m um <a href="http://www.fortify.com/vulncat/en/vulncat/index.html" target="_blank">enorme reposit&oacute;rio dispon&iacute;vel na Internet</a>, o iDefense Labs <a href="http://labs.idefense.com/intelligence/vulnerabilities/" target="_blank">segue a mesma linha</a>, e o <a href="http://www.owasp.org/" target="_blank">OWASP</a> publica cada vez mais informa&ccedil;&otilde;es e recursos que podem ser acessados pela comunidade para o incremento geral do n&iacute;vel de prote&ccedil;&atilde;o dos componentes t&eacute;cnicos.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]>
        
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    <title>Dados de 41 mil pessoas vazam na internet</title>
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    <published>2008-07-15T13:57:33Z</published>
    <updated>2008-07-15T13:58:51Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[A not&iacute;cia abaixo, reproduzida do site Geek, confirma a tend&ecirc;ncia apontada no relat&oacute;rio 2008 Data Breach Investigations Report, onde um dos problemas mais comuns enfrentados pelas empresas estudadas no documento, foi terem exploradas vulnerabilidades simples em seus sistemas.Se voc&ecirc; est&aacute;...]]></summary>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://convisosec.com/blog/">
        <![CDATA[<p>A not&iacute;cia abaixo, reproduzida do site <a href="http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=36048&amp;sec=5" target="_blank">Geek</a>, confirma a tend&ecirc;ncia apontada no relat&oacute;rio 2008 Data Breach Investigations Report, onde um dos problemas mais comuns enfrentados pelas empresas estudadas no documento, foi terem exploradas vulnerabilidades simples em seus sistemas.</p><p>Se voc&ecirc; est&aacute; preocupado em como a sua empresa trata este tipo de assunto, recomendamos ler a descri&ccedil;&atilde;o do <a href="http://convisosec.com/security_training" target="_blank">Conviso Security Training</a>, onde a nossa equipe capacita o seu pessoal na inclus&atilde;o de processos de seguran&ccedil;a no desenvolvimento de aplica&ccedil;&otilde;es, o que &eacute; claro, inclui componentes web.</p><h3>Dados de 41 mil pessoas vazam na internet</h3><p><em>Os dados dos mais de 41 mil entrevistados da firma de pesquisa de mercado TNS Infratest/Emnid estavam acess&iacute;veis atrav&eacute;s de uma URL simples. A falha, embora n&atilde;o seja a primeira do tipo, se trata de um erro de seguran&ccedil;a banal, normalmente cometido por programadores principiantes.</em></p><p><em>Al&eacute;m dos dados citados acima, tamb&eacute;m podiam ser visualizados datas de nascimento, endere&ccedil;os de email e n&uacute;meros de telefone e, at&eacute; mesmo, dados mais cr&iacute;ticos como n&uacute;meros de cart&otilde;es de cr&eacute;dito e informa&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias. A falha chegava a expor informa&ccedil;&otilde;es muito pessoais e potencialmente perigosas como o n&uacute;mero de crian&ccedil;as na casa e eletrodom&eacute;sticos utilizados na resid&ecirc;ncia. Segundo o site Chaos Computer Club &eacute; poss&iacute;vel encontrar, com um pouco de &quot;garimpo&quot;, informa&ccedil;&otilde;es ainda mais sigilosas.</em></p><p><em>Os 41 mil registros &quot;pescados&quot; pelo Chaos Computer Club foram obtidos com um simples script em linguagem Python. N&atilde;o foi preciso &quot;hackear&quot; nem invadir o site da TNS Infratest/Emnid, bastando apenas manipular a URL. Basicamente, o endere&ccedil;o de cadasto de cada pesquisado no site se parecia com o seguinte: </em><a href="http://www.report-global.com/blablabla/data.aspx?id=11XXXX"><em>www.report-global.com/blablabla/data.aspx?id=11XXXX</em></a><em>. O campo &quot;id&quot; na URL &eacute;, exatamente, o n&uacute;mero de cadastro de cada entrevistado. Basta alterar manualmente esse valor para ter acesso irrestrito e sem precisar de senhas aos dados dos outros entrevistados. O site Wired Security considerou a falha, pelo seu amadorismo, &quot;chocante e est&uacute;pida&quot;. A descri&ccedil;&atilde;o do procedimento (em alem&atilde;o) pode ser obtida </em><a href="http://tinyurl.com/5c6dht" target="_blank"><em>aqui</em></a><em>.</em></p><p><em>Dirk Engling, porta-voz do Chaos Computer Club, afirma que &eacute; um caso absurdo de neglig&ecirc;ncia e um erro de iniciantes em desenvolvimento de software. Ele ainda afirma que o m&iacute;nimo que a companhia se deve prestar a fazer &eacute; comunicar os entrevistados sobre o vazamento das informa&ccedil;&otilde;es. Finalizando, alerta que &eacute; hora de se atentar para as pol&iacute;ticas de seguran&ccedil;a na manipula&ccedil;&atilde;o de dados t&atilde;o sens&iacute;veis.</em></p><p><em>A not&iacute;cia foi divulgada tamb&eacute;m no site Slashdot.org e no portal alem&atilde;o All About Security. Embora preocupante, o caso, reportado na &uacute;ltima sexta-feira, n&atilde;o &eacute; &uacute;nico. Recentemente as empresas alem&atilde;s German Telecom e Melde&auml;mtern tamb&eacute;m apresentaram ocorr&ecirc;ncias de informa&ccedil;&otilde;es vazadas na rede, bem como muitas outras em in&uacute;meros pa&iacute;ses.</em></p>]]>
        
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    <title>Conviso oficializa sociedade com a consultoria dinamarquesa FortConsult</title>
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    <published>2008-07-13T11:28:10Z</published>
    <updated>2008-07-13T11:34:05Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[Conviso oficializa sociedade com a consultoria dinamarquesa FortConsult As empresas assinam contrato de parceria para o desenvolvimento de neg&oacute;cios nos mercados latino-americano e europeuCopenhagen, 04 de julho de 2008 &ndash; A Conviso anuncia a assinatura de um contrato de parceria...]]></summary>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://convisosec.com/blog/">
        <![CDATA[<p><strong>Conviso oficializa sociedade com a consultoria dinamarquesa FortConsult </strong><br /><em>As empresas assinam contrato de parceria para o desenvolvimento de neg&oacute;cios nos mercados latino-americano e europeu</em><br /></p><p><strong>Copenhagen, 04 de julho de 2008</strong> &ndash; A Conviso anuncia a assinatura de um contrato de parceria com a FortConsult, empresa dinamarquesa l&iacute;der no mercado de IT Security para o mercado escandinavo. As empresas, que atuavam em um modelo de coopera&ccedil;&atilde;o comercial m&uacute;tua desde dezembro de 2007, assinaram nesta data em Copenhague um contrato de sociedade firmado entre Eduardo Vianna de Camargo Neves, Gerente de Opera&ccedil;&otilde;es da Conviso, e Ulf Munkedal, CEO da FortConsult.</p><p>A FortConsult passa a ser s&oacute;cia da Conviso, resultando em duas grandes mudan&ccedil;as para as empresas:</p><ul><li>A Conviso passa a representar a FortConsult no mercado latino-americano, ficando respons&aacute;vel por atender diretamente clientes em servi&ccedil;os de consultoria para IT Security e em a&ccedil;&otilde;es para atendimento de compliance com o padr&atilde;o Payment Card Industry Data Security Standard (PCI DSS).</li><li>A FortConsult passa a contar com a experi&ecirc;ncia e especializa&ccedil;&atilde;o da Conviso na presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os para o mercado europeu, onde profissionais brasileiros ir&atilde;o desenvolver diversos servi&ccedil;os &agrave; partir dos escrit&oacute;rios de Curitiba e S&atilde;o Paulo para clientes do mercado europeu.<br /></li></ul><p>O in&iacute;cio das atividades resultantes desta sociedade ir&atilde;o come&ccedil;ar no dia 08 de julho de 2008, quando a Conviso ir&aacute; executar um road show na Litu&acirc;nia e Let&ocirc;nia apresentando os produtos das empresas para clientes do mercado financeiro na regi&atilde;o.</p><p><a href="http://www.conviso.com.br" target="_blank"><strong>Sobre a Conviso</strong></a><br />Atuando como fornecedora de servi&ccedil;os de an&aacute;lise de vulnerabilidades e adequa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a para os componentes da infra-estrutura de TI, a conviso tem em seu corpo gerencial profissionais com mais de 10 anos de experi&ecirc;ncia no mercado de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, acumulando experi&ecirc;ncias nos mercados latino-americano, norte-americano e europeu como consultores, auditores e gestores em multinacionais de segmentos altamente regulamentados. </p><p><a href="http://www.fortconsult.com" target="_blank"><strong>Sobre a FortConsult</strong></a><br />A FortConsult &eacute; especializada em servi&ccedil;os t&eacute;cnicos no campo de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, atuando desde 2002 no mercado europeu, com um crescimento intenso e sustent&aacute;vel, sendo considerada pelo jornal de neg&oacute;cios B&oslash;rsen como uma das melhores empresas de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o nos Pa&iacute;ses Escandinavos.<br />&nbsp;</p>]]>
        
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    <title>Conviso Security Papers</title>
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    <published>2008-07-01T21:05:15Z</published>
    <updated>2008-07-01T21:05:29Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[A Conviso investe na dissemina&ccedil;&atilde;o do conhecimento em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o. Esta pr&aacute;tica &eacute; saud&aacute;vel por criar um ambiente mais seguro, onde empresas, clientes e a sociedade ganham da mesma forma.Al&eacute;m de participarmos ativamente da ISSA e OWASP, mantemos este...]]></summary>
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        <![CDATA[<div class="modWrap"><p>A Conviso investe na dissemina&ccedil;&atilde;o do conhecimento em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o. Esta pr&aacute;tica &eacute; saud&aacute;vel por criar um ambiente mais seguro, onde empresas, clientes e a sociedade ganham da mesma forma.</p><p>Al&eacute;m de participarmos ativamente da <a href="http://www.issabrasil.org/">ISSA </a>e <a href="http://www.owasp.org/index.php/Main_Page">OWASP</a>, mantemos este <a href="http://convisosec.com/security_papers" target="_blank">novo espa&ccedil;o</a> em nosso web site para publicar artigos e white papers in&eacute;ditos relacionados &agrave; Seguran&ccedil;a T&eacute;cnica.</p></div>]]>
        
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    <title>A Queda de um Mito, por Eduardo V. C. Neves</title>
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    <published>2008-06-29T11:06:49Z</published>
    <updated>2008-06-29T11:07:26Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[A mudan&ccedil;a do paradigmaDurante muito tempo a &uacute;nica pesquisa de refer&ecirc;ncia em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o era o documento anual &ldquo;Computer Crime and Security Survey&rdquo; publicado em conjunto pelo Computer Security Institute e o FBI desde 1997. Nos cinco primeiro anos,...]]></summary>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://convisosec.com/blog/">
        <![CDATA[<p><strong>A mudan&ccedil;a do paradigma</strong></p><p>Durante muito tempo a &uacute;nica pesquisa de refer&ecirc;ncia em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o era o documento anual &ldquo;Computer Crime and Security Survey&rdquo; publicado em conjunto pelo Computer Security Institute e o FBI desde 1997. Nos cinco primeiro anos, em m&eacute;dia 48% dos eventos relacionados &agrave; falhas de seguran&ccedil;a foram atribu&iacute;dos ao &ldquo;inimigo interno&rdquo;, funcion&aacute;rios que causavam problemas por desconhecimento, abuso de privil&eacute;gios e mesmo por pura vontade de prejudicar suas organiza&ccedil;&otilde;es.</p><p>Nos anos seguintes, este percentual n&atilde;o variou muito e boa parte do mercado assumiu uma unanimidade: o grande culpado pelas falhas de seguran&ccedil;a &eacute; o funcion&aacute;rio. Houve ent&atilde;o um direcionamento para o desenvolvimento e enforcement de pol&iacute;ticas de seguran&ccedil;a, sess&otilde;es de treinamento e capacita&ccedil;&atilde;o, ado&ccedil;&atilde;o de ferramentas automatizadas e uma s&eacute;rie de outros processos que tiveram o seu papel em criar ambientes mais seguro. S&oacute; foi esquecido de combinar isso com os crackers.</p><p>O que eu vi em muitos lugares foi um completo esquecimento da base da seguran&ccedil;a, a ado&ccedil;&atilde;o de processos seguros no planejamento dos sistemas, desenvolvimento de aplica&ccedil;&otilde;es, instala&ccedil;&atilde;o de componentes e claro, na manuten&ccedil;&atilde;o de tudo isto em cen&aacute;rios onde a velocidade do mercado acaba atropelando a forma como os sistemas automatizados suportam os processos de neg&oacute;cio. Investiu-se muito em gest&atilde;o de riscos e quase nada em pr&aacute;ticas mais simples e bastante eficazes.</p><p>O resultado est&aacute; bem claro no relat&oacute;rio 2008 Data Breach Investigations Report, publicado pela Verizon Business. Em mais de 500 casos investigados pela empresa, 75% dos vazamentos de dados foram executados por amea&ccedil;as externas em m&uacute;ltiplas combina&ccedil;&otilde;es de eventos, mas com um dado impressionante: 90% das vulnerabilidades exploradas com sucesso por estes ataques, tinham corre&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis pelo menos seis meses antes do problema ocorrer.<br />Continuando nos percentuais apresentados, 87% dos problemas poderiam ter sido evitados com a ado&ccedil;&atilde;o de controles de seguran&ccedil;a adequados, uma vez que a maioria dos ataques foram oportunistas e utilizaram brechas existentes nos sistemas para acessar dados que estavam em locais inadequados. Em uma primeira an&aacute;lise, parece que as empresas estudadas pela Verizon Business eram extremamente amadoras, mas n&atilde;o &eacute; bem assim.</p><p><strong>&Eacute; necess&aacute;rio mudar a postura</strong></p><p>&Eacute; fundamental entender e aceitar que a seguran&ccedil;a ainda n&atilde;o &eacute; uma prioridade para as empresas, e infelizmente este quadro parece nunca mudar. Quantos projetos n&atilde;o tem as pr&aacute;ticas de prote&ccedil;&atilde;o preventiva cortadas durante o planejamento por serem consideradas dinheiro perdido ou acr&eacute;scimo de tempo desnecess&aacute;rio? Quantos gerentes de TI n&atilde;o se submeteram a uma ordem expressa para alterar uma base de dados sem passar pelo processo de Change Management porque o produto &ldquo;tem que estar na rua hoje&rdquo;?</p><p>Este &eacute; o cen&aacute;rio da maioria das organiza&ccedil;&otilde;es, e por mais que as pesquisas mostrem, parece que &eacute; mais f&aacute;cil culpar a &ldquo;m&atilde;o invis&iacute;vel do cracker&rdquo; ou trocar a equipe &ldquo;incompetente&rdquo; que deixou isso acontecer. Que n&atilde;o existe seguran&ccedil;a absoluta &eacute; &oacute;bvio, mas deixar de seguir um plano m&iacute;nimo de prote&ccedil;&atilde;o dos dados e aceitar falhas de seguran&ccedil;a que poderiam ter sido evitadas em 90% dos casos com um processo simples e de baixo custo beira a irresponsabilidade.</p><p>Navegando um pouco mais no relat&oacute;rio, s&atilde;o apresentados dados sobre a causa de 57% dos problemas: os parceiros de neg&oacute;cio com suas conex&otilde;es &agrave; empresa atacada e seus componentes que n&atilde;o seguiam crit&eacute;rios adequados de prote&ccedil;&atilde;o. Possivelmente ocorreram problemas similares a coisas que j&aacute; vi como rotina em alguns lugares, uma conex&atilde;o direta entre as redes de duas empresas &ndash; por fora do firewall &ndash; porque era necess&aacute;rio &ldquo;suportar o neg&oacute;cio e ia levar muito tempo pedir a abertura de uma porta&rdquo;.</p><p>As recomenda&ccedil;&otilde;es de melhoria do relat&oacute;rio n&atilde;o fogem do que sempre recomendamos a nossos clientes como boas pr&aacute;ticas de seguran&ccedil;a t&eacute;cnica, mas que de nada adiantam sem uma mudan&ccedil;a de postura em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; seguran&ccedil;a, que tomei a liberdade de incluir em meus coment&aacute;rios para cada t&oacute;pico sugerido.</p><p><strong>Alinhamento de Processos e Pol&iacute;ticas</strong></p><p>O relat&oacute;rio aponta que em 59% dos casos, a organiza&ccedil;&atilde;o vitimada contava com uma Pol&iacute;tica de Seguran&ccedil;a estabelecida, mas que n&atilde;o era efetivamente cumprida. Neste caso, n&atilde;o existe solu&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica completa, pois processos e aplica&ccedil;&otilde;es de enforcement est&atilde;o sujeitos a erros e omiss&otilde;es. O que eu recomendo &eacute; que a pol&iacute;tica seja revista e modificada para equilibrar as necessidades de neg&oacute;cio da organiza&ccedil;&atilde;o com suas premissas de prote&ccedil;&atilde;o. Depois disso, &eacute; implementar os procedimentos e manter um processo de monitoramento ativo, o que &eacute; abordado mais adiante.</p><p><strong>Primeiro o essencial e depois o &oacute;timo</strong></p><p>De todas as recomenda&ccedil;&otilde;es, eu achei essa a melhor de todas. Como 83% das brechas foram exploradas em processos de baixa e m&eacute;dia dificuldade, e 85% dos ataques foram oportunistas, fica claro que faltou completar a li&ccedil;&atilde;o de casa. Voltando a um tema que abordei em um artigo sobre malware, existem guias de configura&ccedil;&atilde;o segura dispon&iacute;veis em v&aacute;rias fontes confi&aacute;veis na Internet. </p><p>Basta fazer o download, ler, usar e continuar usando. O problema que vejo com mais frequ&ecirc;ncia &eacute; uma boa implementa&ccedil;&atilde;o desta pr&aacute;tica e uma p&eacute;ssima manuten&ccedil;&atilde;o, o que deixa o ambiente vulner&aacute;vel novamente em pouco tempo. Recomendo que a implementa&ccedil;&atilde;o seja feita uma parte da equipe e pessoas diferentes fiquem respons&aacute;veis por analisar com frequ&ecirc;ncia se as configura&ccedil;&otilde;es est&atilde;o sendo mantidas como esperado.</p><p><strong>Proteger as conex&otilde;es com parceiros de neg&oacute;cio</strong></p><p>Como 39% das falhas foram originadas nesta fonte, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; simples: aumentar a prote&ccedil;&atilde;o em conex&otilde;es com parceiros de neg&oacute;cio, o que pode ser feito dentro e fora do seu ambiente. Al&eacute;m de manter controles l&oacute;gicos nestas conex&otilde;es (ex. Firewall e IDS), &eacute; recomendado que os parceiros de neg&oacute;cio sejam periodicamente auditados para garantir o cumprimento de pr&aacute;ticas m&iacute;nimas de seguran&ccedil;a em seus ambientes. Isso n&atilde;o &eacute; aceito com muita simpatia por algumas empresas, mas se existe um neg&oacute;cio em conjunto, a prote&ccedil;&atilde;o deve seguir este mesmo conceito, pois as perdas tamb&eacute;m poder&atilde;o atingir ambos os lados.</p><p><strong>Criar um Plano de Reten&ccedil;&atilde;o de Dados</strong></p><p>Como 60% das brechas envolveram dados que a v&iacute;tima n&atilde;o sabia que estava no sistema, a recomenda&ccedil;&atilde;o de criar um processo de reten&ccedil;&atilde;o de dados (na minha opini&atilde;o, classifica&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o) &eacute; fundamental. Este t&oacute;pico pode ficar bastante complicado, mas existem processos simples que podem ser utilizados para caminhar nesta dire&ccedil;&atilde;o de forma eficaz:</p><ul><li>Classificar as informa&ccedil;&otilde;es em importante para o neg&oacute;cio e descart&aacute;vel. Claro que &eacute; simplista e depois pode evoluir para o confidencial/restrito/p&uacute;blico ou algo assim, mas lembre-se da segunda recomenda&ccedil;&atilde;o: primeiro o essencial e depois o &oacute;timo.</li><li>Restringir o fluxo de dados, como &eacute; recomendado no PCI DSS, pois voc&ecirc; consegue estabelecer um modelo de prote&ccedil;&atilde;o eficiente e com uma excelente rela&ccedil;&atilde;o custo benef&iacute;cio. Em termos pr&aacute;ticos, se uma informa&ccedil;&atilde;o tem que estar no ERP da sua empresa, impe&ccedil;a seus usu&aacute;rios de manter planilhas com uma c&oacute;pia de tudo &ldquo;porque &eacute; mais f&aacute;cil&rdquo;.</li><li>Quando a informa&ccedil;&atilde;o tiver que ser descartada, tenha certeza de que isto ocorra. Use ferramentas de degaussing para limpar dados de computadores que est&atilde;o na sua empresa e os que s&atilde;o descartados, lembre-se que boa parte das not&iacute;cias de vazamento de dados nos EUA incluem notebooks e hard disks usados e uma&nbsp; venda no E-Bay.</li></ul><p><strong>Monitorar os Logs de Eventos</strong></p><p>De acordo com o relat&oacute;rio, 82% das brechas podiam ser identificadas pelas empresas antes de acontecerem. Claro que revisar logs de eventos &eacute; uma tarefa chata e que beira a insanidade, mas existem ferramentas de IDS e IPS que podem dar uma boa ajuda neste processo. Por&eacute;m, instalar e deixar rodando &eacute; algo que vejo acontecer e d&aacute; a velha sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a que n&atilde;o existe, as ferramentas devem ser administradas por pessoas capacitadas e dedicadas a tarefa.</p><p>Al&eacute;m disso, &eacute; fundamental criar um plano de resposta a incidentes como complemento, mais uma recomenda&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio. Este processo permite que a empresa n&atilde;o s&oacute; identifique poss&iacute;veis tentativas de acesso n&atilde;o autorizado e vazamento de informa&ccedil;&otilde;es, como tamb&eacute;m define que a&ccedil;&otilde;es devem ser tomadas em cada caso. Isto inclui o relacionamento interno e externo, tal como o contato com a pol&iacute;tica, advogados e outros profissionais especializados que devem ser acionados.</p><p><strong>Conclus&atilde;o</strong></p><p>Trabalhar com estes processos &eacute; parte comum de qualquer conjunto de boas pr&aacute;ticas em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, mas os resultados do relat&oacute;rio deixam claro que a situa&ccedil;&atilde;o em algumas empresas n&atilde;o &eacute; esta. Tratar as pr&aacute;ticas de seguran&ccedil;a como um gargalo, um problema com que se deve conviver ou algo que se faz para agradar os auditores, &eacute; uma abordagem ing&ecirc;nua e irrespons&aacute;vel desde que os computadores come&ccedil;aram a suportar os processos de neg&oacute;cio.</p><p>&Eacute; fundamental ter uma mudan&ccedil;a de postura e entender que a seguran&ccedil;a &eacute; mais um processo que suporta o seu neg&oacute;cio, e deve ser tratado como tal. Os processos recomendados pelo relat&oacute;rio n&atilde;o s&atilde;o complicados e podem custar muito menos do que voc&ecirc; imagina. Como faria em qualquer an&aacute;lise, que tal olhar o custo x benef&iacute;cio de um vazamento de informa&ccedil;&otilde;es contra estabelecer a seguran&ccedil;a como parte do seu dia-a-dia?<br /><br /></p>]]>
        
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    <title>MS ataca injeção de SQL em sites</title>
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    <published>2008-06-26T14:35:31Z</published>
    <updated>2008-06-26T14:35:49Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[Publicado no Blog da Info&nbsp;A Microsoft liberou esta semana ferramentas para combater ataques por inje&ccedil;&atilde;o de SQL em web sites. Recentemente, atacantes invadiram sites leg&iacute;timos que usam o SQL da Microsoft e injetaram nas p&aacute;ginas c&oacute;digos maliciosos em JavaScript. Esses...]]></summary>
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            <category term="Notícias" />
    
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        <![CDATA[<p>Publicado no <a target="_blank" href="http://info.abril.com.br/blog/virusebugs/">Blog da Info</a></p><p>&nbsp;</p><p>A Microsoft liberou esta semana ferramentas para combater ataques por inje&ccedil;&atilde;o de SQL em web sites. </p><p>Recentemente, atacantes invadiram sites leg&iacute;timos que usam o SQL da Microsoft e injetaram nas p&aacute;ginas c&oacute;digos maliciosos em JavaScript. Esses c&oacute;digos redirecionam o browser para servidores que abrigam programas nocivos e infectam a m&aacute;quina do visitante. </p><p>Voltada para desenvolvedores web, as novas ferramentas s&atilde;o gratuitas e objetivam prevenir esse tipo de ataque. S&atilde;o tr&ecirc;s aplica&ccedil;&otilde;es. A primeira &eacute; HP Scrawlr. Desenvolvida pela HP, identifica se o site &eacute; suscet&iacute;vel a inje&ccedil;&atilde;o de SQL. </p><p>Outro produto &eacute; o URL Scan 3.0 Beta, da pr&oacute;pria Microsoft, que tem a fun&ccedil;&atilde;o de defesa. O URL Scan restringe os tipos de requisi&ccedil;&otilde;es HTTP que o servidor IIS processa. O produto pode ser instalado no IIS 5.1 e vers&otilde;es posteriores. </p><p>Por fim, vem o Source Code Analyzer for SQL Injection, ferramenta tamb&eacute;m assinada pela Microsoft. Seu objetivo &eacute; detectar c&oacute;digos ASP e ASP.net vulner&aacute;veis a ataques de inje&ccedil;&atilde;o de SQL. Detalhes t&eacute;cnicos sobre os tr&ecirc;s produtos encontram-se no <a href="http://www.microsoft.com/technet/security/advisory/954462.mspx" target="_blank">boletim de seguran&ccedil;a 954462</a>, de 24 de junho de 2008.</p><p> </p>]]>
        
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    <title>A evolução do malware e o que você pode fazer contra isto</title>
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    <published>2008-06-13T00:56:33Z</published>
    <updated>2008-06-13T00:58:07Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[por Eduardo V. C. Neves, Gerente de Opera&ccedil;&otilde;es&nbsp;J&aacute; tem algumas semanas que uma not&iacute;cia curiosa foi publicada em v&aacute;rios meios de comunica&ccedil;&atilde;o: o juiz M&aacute;rio Jambo, da 2&ordf; Vara Criminal da Justi&ccedil;a Federal do Rio Grande do Norte, concedeu habeas...]]></summary>
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            <category term="Artigos" />
    
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        <![CDATA[<p align="justify">por <a target="_blank" href="mailto:eneves@conviso.com.br">Eduardo V. C. Neves</a>, Gerente de Opera&ccedil;&otilde;es<br />&nbsp;</p><p align="justify">J&aacute; tem algumas semanas que uma not&iacute;cia curiosa foi publicada em v&aacute;rios meios de comunica&ccedil;&atilde;o: o juiz M&aacute;rio Jambo, da 2&ordf; Vara Criminal da Justi&ccedil;a Federal do Rio Grande do Norte, concedeu habeas corpus a tr&ecirc;s crackers presos pela Pol&iacute;cia Federal.&nbsp; A liberdade provis&oacute;ria determina que eles leiam obras cl&aacute;ssicas, fa&ccedil;am um resumo para cada livro, se matriculem e freq&uuml;entem assiduamente uma escola, al&eacute;m de estarem proibidos de usar computadores. </p><p align="justify">N&atilde;o consegui encontrar dados suficientes para entender porque o juiz em quest&atilde;o tomou uma decis&atilde;o t&atilde;o curiosa, que me parece bastante adequada para adolescentes que foram pegos fazendo alguma bobagem. Tendo em vista que eles foram presos durante a Opera&ccedil;&atilde;o Colossus, cujo objetivo era desarticular uma quadrilha especializada em furto de senhas de correntistas de bancos e falsifica&ccedil;&atilde;o de cart&otilde;es de cr&eacute;dito, a decis&atilde;o me parece mais irrespons&aacute;vel do que curiosa.</p><p align="justify">Prefiro pensar que o juiz em quest&atilde;o n&atilde;o estava bem informado sobre o impacto que o malware tem causado para a sociedade e como a motiva&ccedil;&atilde;o criminosa h&aacute; muito j&aacute; substituiu a pura curiosidade intelectual de quem pratica estes atos. Afirmo isto com base em v&aacute;rias pesquisas que circularam recentemente, tais como o Boletim de Seguran&ccedil;a 2007 da Kaspersky Lab (www.kaspersky.com) e os documentos publicados pelo Panda Labs (www.pandalabs.com).&nbsp; Ambos s&atilde;o un&acirc;nimes em demonstrar que essa tend&ecirc;ncia ganhou for&ccedil;a em 2007 e n&atilde;o parece mudar nos pr&oacute;ximos anos. O motivador dos eventos que envolvem quebra de seguran&ccedil;a &eacute; o mesmo: cibercrime.</p><p align="justify"><strong>O volume das perdas</strong></p><p align="justify">Os n&uacute;meros s&atilde;o bastante relevantes. Al&eacute;m dos resultados da 12th Computer Crime and Security Survey publicada este ano pelo CSI (www.gocsi.com) mostrarem que a perda m&eacute;dia anual das empresas participantes com cibercrime passou de US$ 168 mil para mais de US$ 350 mil, somente nos EUA as proje&ccedil;&otilde;es para 2007 passam de US$ 105 bilh&otilde;es. O grande problema de se calcular com mais precis&atilde;o o quanto &eacute; perdido com o cybercrime est&aacute; na capilariza&ccedil;&atilde;o dos ataques e na grande diferen&ccedil;a utilizada pelas autoridades para calcular a estat&iacute;stica referente. Mas que &eacute; um valor elevado e que cresce anualmente, isto &eacute; um fato. </p><p align="justify">A pesquisa do CSI fala em um total de quase US$ 67 milh&otilde;es, e eu n&atilde;o consegui achar em nenhum lugar o volume de perdas colaterais. Mas imagine o custo envolvido somente em duas situa&ccedil;&otilde;es comuns &agrave; maioria das pessoas que usam a Internet como canal de acesso a servi&ccedil;os e produtos:</p><ul><li>Se voc&ecirc; vai comprar um produto em uma loja on-line, que passa por um risk assessment regular, t&ecirc;m ferramentas de seguran&ccedil;a implementadas e uma equipe de resposta a incidentes, quem ser&aacute; que vai pagar este custo?</li><li>Sua conta banc&aacute;ria est&aacute; protegida por criptografia em v&aacute;rios sistemas, o acesso ao Internet Banking requer um cart&atilde;o de c&oacute;digos vari&aacute;veis, no back office existem processos de Intrusion Detection Systems, quem ser&aacute; que vai pagar este custo?</li></ul><p align="justify">Como voc&ecirc; j&aacute; deve ter imaginado, o custo com a prote&ccedil;&atilde;o &eacute; repassada para o cliente, assim como a alta do trigo aumentou o pre&ccedil;o do p&atilde;o que voc&ecirc; come no caf&eacute; da manh&atilde;. Este custo, caro leitor, &eacute; imposs&iacute;vel de ser calculado e certamente ultrapassa em muito os valores estimados pelas pesquisas dispon&iacute;veis. No final das contas, a verdade &eacute; que o aumento do malware e o direcionamento para o cibercrime incrementa a demanda por prote&ccedil;&atilde;o, onera as empresas e este custo passa a fazer parte da composi&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os de v&aacute;rios segmentos. E como podemos reduzir o impacto deste problema em nossos bolsos?</p><p align="justify"><strong>A solu&ccedil;&atilde;o &eacute; uma responsabilidade direcionada para a &Aacute;rea de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o?</strong></p><p align="justify">De forma alguma. O aumento dos casos, abrang&ecirc;ncia dos ataques e interesse criminoso &eacute; uma evolu&ccedil;&atilde;o natural do mercado, uma vez que o e-commerce e outros setores que fazem uso intenso de tecnologia crescem a taxas incr&iacute;veis, e dois componentes se mant&ecirc;m: empresas que n&atilde;o consideram seguran&ccedil;a como parte dos seus neg&oacute;cios e profissionais que desconhecem as boas pr&aacute;ticas em suas atividades. </p><p align="justify">Falando das empresas, minha experi&ecirc;ncia de mais de 10 anos no mundo corporativo mostrou uma coisa: as empresas est&atilde;o interessadas em resultados imediatos e em como isto pode reverter em benef&iacute;cio delas. At&eacute; a&iacute;, nada demais, pura lei da sobreviv&ecirc;ncia. O problema &eacute; que at&eacute; hoje a seguran&ccedil;a &eacute; vista como um gargalo nos projetos de TI, e dificilmente como parte integrante do processo. Sempre que existe um custo ou um esfor&ccedil;o da equipe em implementar os processos de seguran&ccedil;a em um projeto, a cara feia do gerente de projeto e a rea&ccedil;&atilde;o imediata de tentar reduzir ambos, mostra que o desconhecimento ainda &eacute; uma constante. </p><p align="justify">Se onde voc&ecirc; trabalha n&atilde;o &eacute; assim, parab&eacute;ns, a sua empresa &eacute; uma das poucas que j&aacute; est&atilde;o com um n&iacute;vel de conscientiza&ccedil;&atilde;o elevado, mas levando em considera&ccedil;&atilde;o a pesquisa do CSO no mercado norte-americano (com o qual o nosso regula bastante), onde menos de 1% das empresas participantes v&atilde;o investir mais do que 22% do or&ccedil;amento em seguran&ccedil;a em&nbsp; conscientiza&ccedil;&atilde;o, esta encrenca est&aacute; longe de terminar. </p><p align="justify">Da parte dos profissionais, al&eacute;m do resultado citado no par&aacute;grafo anterior tamb&eacute;m inclu&iacute;-los, existe uma resist&ecirc;ncia incr&iacute;vel em adotar processos simples de seguran&ccedil;a por parte das pessoas. E pelo que est&aacute; apresentado no relat&oacute;rio Gartner's Top Predictions for IT Organizations and Users, 2008 and Beyond: Going Green and Self-Healing, isto vai piorar se n&atilde;o tomarmos uma attitude agora.<br />De acordo com este documento, as empresas est&atilde;o tomando suas decis&otilde;es relacionadas a estrat&eacute;gia de TI cada vez mais com base no que os consumidores &ndash; ou clientes &ndash; querem.</p><p align="justify">E como boa parte dos CEOs e CIOs tomam decis&otilde;es com base em documentos deste tipo, a recomenda&ccedil;&atilde;o do Gartner de &ldquo;Estabelecer iniciativas de comunica&ccedil;&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o entre os usu&aacute;rios e os tomadores de decis&atilde;o em TI quando selecionarem novas tecnologias e servi&ccedil;os&rdquo; deve ser entendida como um motivador para mudar a postura, e mudar agora.</p><p align="justify"><strong>Quanto custa combater o malware?</strong></p><p align="justify">Al&eacute;m dos passos b&aacute;sicos de instalar ferramentas de seguran&ccedil;a adequadas a cada ambiente &ndash; muitas das quais Open Source e de excelente qualidade &ndash; existem documentos p&uacute;blicos que devem ser usados por qualquer empresa como parte de seus processos de neg&oacute;cio, e n&atilde;o de TI ou Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o.</p><p align="justify">O Open Web Application Security Project (www.owasp.org) &eacute; um excelente come&ccedil;o. S&atilde;o projetos, ferramentas e guias de implementa&ccedil;&atilde;o que est&atilde;o dispon&iacute;veis a dist&acirc;ncia de um clique de mouse. O OWASP Top 10 mostra as vulnerabilidades mais comuns em web site, e para cada, mostra como o processo de prote&ccedil;&atilde;o deve ser conduzido. Ferramentas aplic&aacute;veis a qualquer ambiente que tenha frameworks baseados em J2EE, .NET, LAMP, Cold Fusion, Struts, Web Services, IIS, WebSphere, WebLogic ou Tomcat t&ecirc;m guias de prote&ccedil;&atilde;o j&aacute; publicados e podem ser usadas por pessoas que tenham conhecimento t&eacute;cnico das tecnologias, e n&atilde;o necessariamente de seguran&ccedil;a.</p><p align="justify">E se o problema for na parte processual, o NIST (http://csrc.nist.gov) tem dispon&iacute;veis mais de 100 documentos que cobrem desde a configura&ccedil;&atilde;o de servidores at&eacute; o estabelecimento de um programa de m&eacute;tricas. Basta ler e usar as instru&ccedil;&otilde;es, que uma vez colocadas podem ser gerenciadas atrav&eacute;s de metodologias tamb&eacute;m dispon&iacute;veis ... de gra&ccedil;a.</p><p align="justify">Se o problema &eacute; a l&iacute;ngua, voc&ecirc; deve aprender ingl&ecirc;s rapidamente, porque a maioria absoluta dos recursos est&aacute; neste idioma. Mas no Brasil temos boas iniciativas tamb&eacute;m, que tal come&ccedil;ar lendo o material publicado pelo CERT.BR (www.cert.br)? L&aacute; voc&ecirc; ir&aacute; encontrar listas de ferramentas, pr&aacute;ticas profissionais e um documento de conscientiza&ccedil;&atilde;o excelente, a Cartilha de Seguran&ccedil;a para Internet publicada em http://cartilha.cert.br. </p><p align="justify"><strong>&Eacute; de gra&ccedil;a e ningu&eacute;m usa?</strong></p><p align="justify">Se fosse simples desta forma o problema estava resolvido, mas para concluir temos que voltar ao t&oacute;pico &ldquo;falta de conscientiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Em um momento onde o buzzword da hora &eacute; GRC (Gest&atilde;o, Riscos e Compliance), vejo empresas buscando padronizar seus processos, documentar o que &eacute; feito e ficarem cada vez mais alinhadas &agrave;s boas pr&aacute;ticas e padr&otilde;es de excel&ecirc;ncia em gest&atilde;o de risco. &Eacute; sensacional ver como nosso mercado se transformou nos &uacute;ltimos anos, e finalmente chegamos ao campo da gest&atilde;o nas organiza&ccedil;&otilde;es.</p><p align="justify">Mas de um modo geral, ser&aacute; que as empresas que est&atilde;o investindo em tudo isso j&aacute; fizeram o dever de casa e protegeram sua infra-estrutura de TI? Pelos resultados das pesquisas e as not&iacute;cias da m&iacute;dia, n&atilde;o. E ainda assim, recursos s&atilde;o alocados para todo e qualquer ferramenta de gest&atilde;o de riscos, e dificilmente para aquele baseline que deveria proteger a organiza&ccedil;&atilde;o.</p><p align="justify">A minha sugest&atilde;o &eacute; que voc&ecirc;, caro leitor, comece a mudar este cen&aacute;rio. Organiza&ccedil;&otilde;es como a ISSA, OWASP, ISC2 e outras t&ecirc;m uma representatividade p&iacute;fia no Brasil porque a pr&oacute;pria comunidade n&atilde;o se envolve. Sei que todos n&oacute;s temos nossos trabalhos, fam&iacute;lias, lazer, mas participar de algo que ser&aacute; ben&eacute;fico para nosso mercado tamb&eacute;m &eacute; trabalho, com remunera&ccedil;&atilde;o a longo prazo e benef&iacute;cio para todos que participam desta cadeia de valores.</p><p align="justify">&Eacute; necess&aacute;rio participar, escrever artigos, publicar trabalhos, pesquisar, se envolver e usar tudo isto em prol da comunidade. Os resultados ser&atilde;o excelentes para todos, afinal o uso de recursos de TI faz parte da vida comum &agrave; boa parte da nossa sociedade, inclusive o juiz M&aacute;rio Jambo que poder&aacute; entender o que um cracker faz para ganhar dinheiro.<br /></p>]]>
        
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    <title>Pen-Test e Metodologias</title>
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    <published>2008-06-13T00:02:41Z</published>
    <updated>2008-06-13T01:51:37Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[por Wagner Elias, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento Qualquer atividade com certa complexidade e que envolva um conjunto de atividades que devem ser executadas de forma estruturada para que se alcance o objetivo desejado, necessita de um m&eacute;todo claro e...]]></summary>
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            <category term="Artigos" />
    
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        <![CDATA[por <a target="_blank" href="mailto:welias@conviso.com.br">Wagner Elias</a>, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento<br /> <p>Qualquer atividade com certa complexidade e que envolva um conjunto de atividades que devem ser executadas de forma estruturada para que se alcance o objetivo desejado, necessita de um m&eacute;todo claro e documentado.</p> <p>Muitos profissionais citam alguns pontos negativos da utiliza&ccedil;&atilde;o de uma metodologia:</p> <ul><li>Um m&eacute;todo previamente descrito limita as a&ccedil;&otilde;es/t&eacute;cnicas do analista;</li><li>Teste de intrus&atilde;o &eacute; uma arte e n&atilde;o uma pr&aacute;tica;</li></ul> <p>Eu vejo um certo desconhecimento do que &eacute; metodologia quando vejo cita&ccedil;&otilde;es como essa. Afinal, metodologia n&atilde;o &eacute; instru&ccedil;&atilde;o de trabalho e sim uma descri&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos para chegar aos resultados.</p> <p><strong>O que s&atilde;o m&eacute;todos?<br /> </strong></p> <blockquote><p>&ldquo;A palavra m&eacute;todo vem do grego m&eacute;thodos, (caminho para chegar a um fim). O m&eacute;todo cient&iacute;fico &eacute; um conjunto de regras b&aacute;sicas para desenvolver uma experi&ecirc;ncia a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pr&eacute;-existentes. Na maioria das disciplinas cient&iacute;ficas consiste em juntar evid&ecirc;ncias observ&aacute;veis, emp&iacute;ricas (ou seja, baseadas apenas na experi&ecirc;ncia) e mensur&aacute;veis e as analisar com o uso da l&oacute;gica. Para muitos autores o m&eacute;todo cient&iacute;fico nada mais &eacute; do que a l&oacute;gica aplicada &agrave; ci&ecirc;ncia (Haddad).<br /> Metodologia literalmente refere-se ao estudo dos m&eacute;todos e, especialmente, do m&eacute;todo da ci&ecirc;ncia, que se sup&otilde;e universal. Embora procedimentos variem de uma &aacute;rea da ci&ecirc;ncia para outra (as disciplinas cient&iacute;ficas), diferenciadas por seus distintos objetos de estudo, consegue-se determinar certos elementos que diferenciam o m&eacute;todo cient&iacute;fico de outros m&eacute;todos (filos&oacute;fico, algoritmo &ndash; matem&aacute;tico, etc.).&rdquo;<br /> <strong>Fonte:</strong> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_cient%C3%ADfico" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Wikipedia</a></p></blockquote> <p><strong>Para que serve a Instru&ccedil;&atilde;o de Trabalho?</strong></p> <blockquote><p>&ldquo;a mesma tem como fun&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica definir todo o funcionamento de um processo, para que os envolvidos entendam o mesmo de um forma s&oacute;, considerando que todas as suas etapas s&atilde;o fundamentais, e quando no caso de uma auditoria o mesmo tenha os seus processos definidos e documentados e sendo o mesmo dever&aacute; realizar atrav&eacute;s de inspe&ccedil;&atilde;o e ou auditoria interna se o mesmo processo atende o documento elaborado ou vice e versa.&rdquo;<br /> <strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.iso9001brasil.blogspot.com/2008/03/instruo-de-trabalho.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.iso9001brasil.blogspot.com');">ISO 9001</a></p></blockquote> <p>Esclarecendo este ponto, fica claro que um pen-test necessita sim de uma metodologia clara. Os seguintes pontos podem estar descritos na metodologia:</p> <ul><li>Quais as etapas ser&atilde;o seguidas para atingir o resultado;</li><li>Qual o papel de cada analista no processo;</li><li>Como ser&aacute; manuseada e armazenada a informa&ccedil;&atilde;o do cliente;</li><li>Como ser&atilde;o divulgadas informa&ccedil;&otilde;es confidenciais que forem identificadas;</li></ul> <p>Ao contr&aacute;rio de que alguns pregam, metodologia n&atilde;o &eacute; diferencial &eacute; obriga&ccedil;&atilde;o, exija sempre que contratar um servi&ccedil;o de consultoria.</p>]]>
        
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    <title>Linha de produtos atualizada</title>
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    <published>2008-06-03T15:54:52Z</published>
    <updated>2008-06-03T15:55:43Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[No come&ccedil;o apresentamos nossos produtos em tr&ecirc;s linhas complementares, e achamos que era o suficiente.Os coment&aacute;rios de nossos clientes foram fundamentais, pois todos pediram que nossas atividades fossem melhor detalhadas. Pedido atendido, nosso web site est&aacute; agora configurado para apresentar...]]></summary>
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            <category term="Atualizações" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://convisosec.com/blog/">
        <![CDATA[<p>No come&ccedil;o apresentamos nossos produtos em tr&ecirc;s linhas complementares, e achamos que era o suficiente.</p><p>Os coment&aacute;rios de nossos clientes foram fundamentais, pois todos pediram que nossas atividades fossem melhor detalhadas. Pedido atendido, nosso web site est&aacute; agora configurado para apresentar os nossos servi&ccedil;os como voc&ecirc;s pediram. </p>]]>
        
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    <title>Em seis horas, consultor de segurança invade base de dados do FBI</title>
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    <published>2008-05-28T06:48:51Z</published>
    <updated>2008-05-28T06:49:13Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[Por Computerworld/EUA Publicada em 27 de maio de 2008 &agrave;s 11h00Link: http://tinyurl.com/3er85v&nbsp; &nbsp; O consultor de seguran&ccedil;a da PatchAdvisor Chris Goggans invadiu a base de dados National Crime Information Center do FBI em apenas seis horas, gra&ccedil;as a brechas e...]]></summary>
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        <name>conviso</name>
        
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            <category term="Notícias" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://convisosec.com/blog/">
        <![CDATA[<div class="autor">Por <span>Computerworld/EUA</span></div>                       <div class="data">Publicada em 27 de maio de 2008 &agrave;s 11h00</div><div class="data">Link: <a href="http://tinyurl.com/3er85v" target="_blank">http://tinyurl.com/3er85v</a>&nbsp; </div><div class="data">&nbsp;</div><div class="data">                                                                                           <div class="texto">  <p>O consultor de seguran&ccedil;a da PatchAdvisor Chris Goggans invadiu a base de dados National Crime Information Center do FBI em apenas seis horas, gra&ccedil;as a brechas e lapsos na infra-estrutura e administra&ccedil;&atilde;o de ajustes. Goggans, que atua na busca de falhas para invadir redes desde 1991, conta que descobriu uma s&eacute;rie de vulnerabilidades n&atilde;o corrigidas no servidor online do FBI e em outras &aacute;reas da ag&ecirc;ncia.<br /><br /><strong>O consultor usou uma brecha no servidor para conseguir os nomes de usu&aacute;rios e senhas, que eram reutilizados em um servidor de sistemas, onde ele encontrou mais detalhes das contas - que lhe permitiram conseguir privil&eacute;gios de administrador do Windows.</strong><br /><br />Com este privil&eacute;gio, ele ganhou total controle de quase todos os sistemas do FBI que usavam Windows, incluindo esta&ccedil;&otilde;es de trabalho usadas pela for&ccedil;a policial. Goggans instalou softwares de controle remoto nestes sistemas, descobrindo programas no desktop que conectavam automaticamente as esta&ccedil;&otilde;es de trabalho &agrave; base de dados National Crime Information Center (NCIC) do FBI.<br /><strong><br />&ldquo;Este software, junto a um programa que captura os dados digitados no teclado, permitiria que um cracker conseguisse fazer login no NCIC&rdquo;, afirma</strong>. <strong>Segundo o analista, esta falha poderia ser eliminada se estrat&eacute;gias b&aacute;sicas de seguran&ccedil;a fossem adotadas. </strong>Goggans diz que o FBI n&atilde;o deveria permitir dessa forma o acesso ao NCIC e &agrave; rede geral da ag&ecirc;ncia, j&aacute; que est&atilde;o conectadas a dados que implicam na seguran&ccedil;a nacional. <br /></p> <p>Al&eacute;m disso, os administradores de sistema deveriam ter monitorado e bloqueado o reuso de senhas. O consultor esclarece que, ap&oacute;s a invas&atilde;o para testes, entrou em contato com o FBI para alertar sobre o problema.<br /></p></div></div>]]>
        
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    <title>OWASP Summer of Code 2008</title>
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    <id>tag:convisosec.com,2008:/blog//1.9</id>
    
    <published>2008-05-11T16:13:38Z</published>
    <updated>2008-05-11T16:14:06Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[OWASP Summer of Code &eacute; uma sensacional iniciativa do Open Web Application Security Project (OWASP), que est&aacute; financiando diversos projetos em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o para serem desenvolvidos por profissionais do setor, e compartilhados com toda a comunidade. Segue abaixo a...]]></summary>
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        <name>conviso</name>
        
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            <category term="OWASP" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://convisosec.com/blog/">
        <![CDATA[<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">OWASP Summer of Code &eacute; uma sensacional iniciativa do Open Web Application Security Project (OWASP), que est&aacute; financiando diversos projetos em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o para serem desenvolvidos por profissionais do setor, e compartilhados com toda a comunidade. Segue abaixo a transcri&ccedil;&atilde;o, em portugu&ecirc;s, do comunicado publicado nesta semana.</p> <p style="text-align: justify" class="MsoNormal">O Open Web Application Security Project (OWASP) est&aacute; suportando 31 iniciativas para pesquisadores em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, como parte do projeto <a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/OWASP_Summer_of_Code_2008">OWASP Summer of Code 2008</a>. Os resultados deste projeto estar&atilde;o dispon&iacute;veis gratuitamente e no modo open source para todos.</p> <p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Tendo o per&iacute;odo de sele&ccedil;&atilde;o de projetos encerrado, anunciamos que <a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/OWASP_Summer_0f_Code_2008_:_Selection">31 projetos foram selecionados</a>, representando um investimento de US$ 104.000. A escolha dos vencedores, deu-se pela inova&ccedil;&atilde;o dos temas e a capacidade de entregar resultados de alta qualidade at&eacute; o dia 15 de setembro de 2008.</p> <p style="text-align: justify" class="MsoNormal">OWASP &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o gerenciada e desenvolvida por volunt&aacute;rios, ent&atilde;o 100% das taxas cobradas s&atilde;o usadas para patrocinar projetos inovadores de pesquisa na &aacute;rea. Esta &eacute; a terceira &ldquo;Season of Code&rdquo; patrocinada pelo OWASP, os detalhes de todos os projetos est&atilde;o dispon&iacute;veis no site da organiza&ccedil;&atilde;o:</p> <ul><li><a target="_blank" href="http://https//www.owasp.org/index.php/OWASP_Summer_of_Code_2008">OWASP Summer of Code 2008: </a>Or&ccedil;amento de US$ 104.000</li><li><a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/OWASP_Spring_Of_Code_2007_Of_Code_2007">OWASP Spring of Code 2007:</a> Or&ccedil;amento de US$ 117.500</li><li><a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/OWASP_Autumn_Of_Code_2006">OWASP Autumn of Code 2006</a>: Or&ccedil;amento de US$ 20.000</li></ul> <p>Os programas do OWASP s&atilde;o &uacute;nicos, e produziram dezenas de livros e ferramenta de grande utilidade para a comunidade, incluindo:</p> <ul><li><a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/Category:OWASP_Code_Review_Project">OWASP Code Review Guide</a> (livro gratuito)</li><li><a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/Category:OWASP_Testing_Project">OWASP Testing Guide</a> (livro gratuito de 300 p&aacute;ginas)</li><li><a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/Category:OWASP_AntiSamy_Project">OWASP AntiSamy</a>, biblioteca de seguran&ccedil;a em rich content (biblioteca gratuita)</li><li><a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/Category:OWASP_CSRFGuard_Project">OWASP CSRFGuard</a> e <a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/Category:OWASP_CSRFTester_Project">CSRFTester</a> (ferramentas gratuitas)</li><li>E muitos <a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/Category:OWASP_Project">outros recursos</a>&hellip;</li></ul> <p>Os projetos selecionados para o Summer of Code 2008, incluem novos livros e ferramentas inovadoras para ajudar desenvolvedores, arquitetos de TI e especialistas em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o em garantir que suas aplica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o seguras.</p> <p>O OWASP convida pessoas e empresas a se beneficiarem dos projetos desenvolvidos, unindo-se como um <a target="_blank" href="http://www.owasp.org/index.php/Membership">membro da organiza&ccedil;&atilde;o</a>. Al&eacute;m dos benef&iacute;cios comuns a todos, os novos membros ter&atilde;o a op&ccedil;&atilde;o de alocarem os valores de suas taxas diretamente em projetos nos quais estejam interessados.</p> <p><strong>Cronograma do Spring of Code 2008</strong></p> <ul><li>03 de mar&ccedil;o: Aplica&ccedil;&otilde;es aceitas</li><li>25 de mar&ccedil;o: Prazo para entrega das Aplica&ccedil;&otilde;es</li><li>05 de maio: An&uacute;ncio das Aplica&ccedil;&otilde;es selecionadas</li><li>29 de junho: Relat&oacute;rio de Status</li><li>15 de setembro: Entrega dos projetos</li></ul> <p><strong>Contatos para a Imprensa</strong></p> <ul><li>Dinis Cruz: <a target="_blank" href="mailto:dinis.cruz@owasp.org">diniz.cruz (at) owasp.org</a></li><li>Paulo Coimbra: <a target="_blank" href="mailto:paulo.coimbra@owasp.org">paulo.coimbra (at) owasp.org</a></li></ul> <p><strong>Principais Links Relacionados:</strong></p> <ul><li>OWASP Summer of Code:</li><li><a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/OWASP_Summer_of_Code_2008">https://www.owasp.org/index.php/OWASP_Summer_of_Code_2008</a></li><li>Projetos Selecionados para o OWASP Summer of Code: <a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/OWASP_Summer_0f_Code_2008_:_Selection">https://www.owasp.org/index.php/OWASP_Summer_0f_Code_2008_:_Selection</a></li><li>Open Web Application Security Project (OWASP): <a target="_blank" href="https://www.owasp.org/index.php/Main_Page">https://www.owasp.org/index.php/Main_Page</a></li><li>OWASP Membership: <a target="_blank" href="http://www.owasp.org/index.php/Membership">http://www.owasp.org/index.php/Membership</a></li></ul> <p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"> </span></span></p> <p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"> </span></span></p> <p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"> </span></span></p> <p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"> </span></span></p> <p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"> </span></span></p> <p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"> </span></span></p> <p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"> </span></span></p> <p class="MsoNormal"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small"><span style="font-weight: bold; font-size: 11pt; font-family: Arial"> </span></span></strong></p> <p><strong>Sobre o OWASP</strong></p> <p>O Open Web Application Security Project (OWASP), a comunidade gratuita e de aplica&ccedil;&otilde;es open source em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, &eacute; dedicada a ajudar organiza&ccedil;&otilde;es a desenvolver, comprar e manter aplica&ccedil;&otilde;es confi&aacute;veis. Desde a sua cria&ccedil;&atilde;o em 2000, o OWASP cresceu para mais de 115 Chapters em todo o mundo, milhares de contribuidores volunt&aacute;rios e milh&otilde;es de usu&aacute;rios.</p> <p>Os projetos open source e os Chapters locais produzem livros, guias e ferramentas gratuitas e imparciais, que s&atilde;o usadas em boa pate das empresas listadas no Fortune 500, e entidades governamentais. A comunidade OWASP tamb&eacute;m atua como facilitadora em confer&ecirc;ncias, Chapters locais, publica&ccedil;&atilde;o de papers, apresenta&ccedil;&otilde;es e listas de distribui&ccedil;&atilde;o. Fundada como uma organiza&ccedil;&atilde;o sem fins lucrativos (501c3), a OWASP Foundation suporta a comunidade OWASP.</p> <p>Informa&ccedil;&otilde;es adicionais est&atilde;o dispon&iacute;veis em <a target="_blank" href="http://www.owasp.org/">http://www.owasp.org</a>.</p>]]>
        
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    <title>Agora com um domínio no Brasil</title>
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    <published>2008-04-03T16:46:24Z</published>
    <updated>2008-04-03T16:46:29Z</updated>
    
    <summary><![CDATA[Depois de passarmos pela burocracia que faz as empresas brasileiras penarem para registrar todos os documentos legais necess&aacute;rios, finalmente completamos este ciclo. Estamos agora com o web site www.conviso.com.br registrado, e em breve voc&ecirc; poder&aacute; acessar nossos servi&ccedil;os atrav&eacute;s de...]]></summary>
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        <name>conviso</name>
        
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        <![CDATA[Depois de passarmos pela burocracia que faz as empresas brasileiras penarem para registrar todos os documentos legais necess&aacute;rios, finalmente completamos este ciclo. Estamos agora com o web site <a href="http://www.conviso.com.br/">www.conviso.com.br</a> registrado, e em breve voc&ecirc; poder&aacute; acessar nossos servi&ccedil;os atrav&eacute;s de um endere&ccedil;o Made in Brazil.]]>
        
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